quarta-feira, 5 de outubro de 2011

TCC

O TCC é para muitos o trabalho mais esperado, desejado e temido da graduação. Exige tempo, dedicação, muita leitura, conhecimento do tema. Causa desgaste, nervisismo e por que não, um desajuste na saúde mental e, em alguns casos, física.
No entanto, é a oportunidade que o aluno tem de trabalhar na área que gosta, se dedicar a um tema ou criar um produto que lhe dê prazer e que propicie a revelação das aptidões adquiridas ao longo do curso.
O meu TCC foi desenvolvido em parceria com Erick Gimenes, com o objetivo de elaborar um livro-reportagem, retratando o contexto de três homicídios que ocorreram em Maringá e região e as percepções de três jornalistas que fizeram a cobertura desses crimes.
As percepções e emoções do jornalista, enquanto profissional e indivíduo, fazem parte das coberturas jornalísticas, em especial as de crimes de repercussão popular como casos de homicídio, em que sentimentos afloram com mais facilidade pelo contexto trágico em que se inserem.
Mas essas vivências dos jornalistas nas coberturas desses crimes podem acabar restritas a eles mesmos, e, no máximo, a colegas de profissão e pessoas próximas, e não são expostas nas matérias jornalísticas, que devem atender aos parâmetros de isenção, objetividade e a rapidez de informação, condutas cruciais no jornalismo diário atual.
Com este trabalho, quer-se justamente trazer à tona a importância fundamental desse profissional, demonstrando todo o percurso que realiza, as dificuldades e as experiências que acumula em coberturas investigativas.
A escolha do tema deve-se, a princípio, ao interesse e à admiração dos alunos a marcantes reportagens sobre crimes, cuja realização requer o máximo de profundidade de investigação e cuidado ético por parte do repórter policial, que trata de casos envolvendo vidas e a perda delas. Esse interesse motivou curiosidade em compreender de que maneira são conduzidas, em detalhes, as investigações jornalísticas em casos criminais, e como os profissionais se envolvem emocionalmente com essas coberturas.
Com o produto pode-se exercitar e aperfeiçoar técnicas discutidas e aplicadas durante todo o curso, o que justifica a importância também para o jornalismo.
Ademais, acredita-se na contribuição acadêmica do trabalho, já que o livro-reportagem pode servir como fonte de pesquisa sobre o tema e sobre o trabalho de alguns jornalistas de Maringá, já que documentará essas histórias, bem como as dos crimes que serão tratados a partir da perspectiva desses profissionais.
A escolha do livro-reportagem como produto faz-se necessária porque permite enriquecer histórias com detalhes que o jornalismo diário, por falta de tempo e espaço, suprime, levando o leitor a vivenciar de maneira minuciosa os cenários e o trabalho jornalístico, que serão narrados pelos próprios profissionais de modo pormenorizado. Acredita-se ainda que o trabalho tenha certo grau de ineditismo uma vez que os pesquisadores não encontraram projeto com semelhante enfoque.
Apesar do tema mexer com histórias tristes, vidas que foram interrompidas, não encontramos dificuldades em abordar e conseguir o depoimento das famílias e jornalistas envolvidos nos casos.




quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Resposta 4


O dinheiro que você reserva para a garrafa d’água de todos os dias está sendo bem empregado?Descubra se a qualidade da água que você compra é realmente comprovada.

http://www.coletivoverde.com.br/a-terrivel-historia-das-garrafas-de-agua/

Respoosta 3

André Lemos chama a atenção para o impacto que a internet tem para a nova geração. Ele cita o exemplo de uma história que presenciou. Dois adultos conversando e dizendo que usavam máquina de escrever ou o próprio manuscrito para produzirem um texto. Um menino que estava do lado,  ouvindo, indagou  como eles faziam para se conectar a internet? Para essa criança a internet já fazia parte do mundo, não surgiu com os computadores. Para ele, o computador é apenas o instrumento para se conectar. Algo tão natural como o próprio ar que respiramos.

Resposta 2


É uma idéia interessante. Afinal, o Twitter é uma ferramenta nova, inovou a maneira das pessoas interagirem, comunicarem suas percepções. Mudou também a maneira de se elencar a relevância de um material. Uma notícia passou a ter seu nível de importância traduzida nas posições dos chama.dos TTs.São registros de uma época em que tudo é efêmero, mas que mantêm uma importância que vale a pena ser lembrada.

Resposta 1



Eu conhecia o programa, por conta das edições do material produzido na disciplina de Telejornalismo. Porém, não tinha familiaridade com ele. Não encontrei muitas dificuldades para utilizá-lo.

Uma janela para o mundo

O perfil do jovem internauta de hoje é dinâmico, autor dos próprios interesses. Ele cria e recria seu próprio universo, baseado nos interesses pessoais. O youtube, por exemplo, é um dos canais mais explorados para executar tal processo de criação e produção. O que muitas vezes era encarado como brincadeira, hoje, acaba se transformando em pauta jornalística de muitos meios, apresentado e mostrado para o mundo inteiro. O internauta ganhou um espaço importante quando se encara a produção de notícia como algo mais aberto, ou seja, não existe apenas um emissor, um canal e um receptor, existe um coletivo, que trabalha em conjunto, gerando e produzindo os materiais. No entanto, é necessário cautela, uma vez que a exposição pode se tornar algo sério. É necessário ter cuidado com aquilo que será publicado, bem como com as opiniões, uma vez que o conteúdo não deve ser ofensivo, não causando constrangimento a outras pessoas. Existem alguns casos certeiros dessa exposição, como Rafinha Bastos, que encabeçou um programa na Band, após o sucesso do material humorístico publicado na internet. Quando existe um conteúdo de relevância, inteligente e coerente é necessário trabalhá-lo, discuti-lo, quando prevalece o oposto é melhor guardá-lo para si.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cibercultura: dois tempos, uma mesma ideia

Com a ajuda do ritmo punk, o’ faça você mesmo’ se alastrou pelas ruas americanas e europeias, nas décadas de 1970, com a ajuda das letras diretas e críticas, reflexo da rebeldia que se instaurava por conta da política da época.
Atualmente a ideia do faça você mesmo, renasceu sob a vertente da cibercultura.